quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

Isto é uma vergonha senhor ministro!


As constantes manifestação que têm ocorrido de norte a sul do país, deviam servir para que Correia de Campos repensasse a estratégia iniciada por uma comissão de burocratas oriundos da capital, par reestruturar as urgências.
Conforme deu a entender Jorge Coelho, ilustre socialista, os senhores de gabinete cuja profissão é reestruturar, fazem-no de régua e esquadro, e de forma cega, a fazer lembrar as elaborações dos PDMs, que à semelhança desta reestruturação, foram realizados num gabinete de Lisboa qualquer, só assim se explicam as aberrações que nele constam.
Mas no que toca ás urgências, pergunto eu?
Como se pode quantificar a saúde de um ser humano?
Como é que uma comissão pode decidir a quem faz mais falta um centro de saúde.
Como é que uma comissão defende rentável, uma urgência que atenda mais de 10 pessoas por noite?
Então pergunto outra vez. Onde está a directiva que diz que um governo com menos de dez ministros competentes deve fechar?
Por outro lado só tenho a lamentar que este processo em Azambuja não tenha dado certo.
Azambuja foi dos primeiros concelhos a encerrar as urgências nocturnas. Depois dos protestos e do ministro que nunca quis ouvir nem receber os nossos autarcas, o centro acabou por passar a fechar ás 22 horas. Meses depois mudou para umas instalações novas em folha. E se rentabilidade é a palavra de ordem do governo, porque é que não rentabiliza as instalações do novo edifício., porque se é para estar assim a meio gás, quase que não valia a penas inaugurar e gastar tanto dinheiro num novo.
Por tudo isto senhor ministro, não há condições demita-se
Faca querer o país que o seu governo não é atrasado mental e que não precisa de uma consulta de urgência, porque se precisar, senhor ministro… só até as dez da noite…

quarta-feira, 24 de janeiro de 2007

Humanização da Justiça JA!

Estamos a chegar a Abril.
Este é o mês das oportunidades.
Das oportunidades de falar ás crianças sobre a revolução.
Sobre, Salazar, Marcelo Caetano e outros.
É o mês de reflectir, se o rumo que o país tem levado é o mais certo, e sobretudo o que anda a justiça a fazer.
Costumo dizer aos amigos que a nossa justiça não é cega, mas
vê mal. e o pior é que parece que não quer cura.
O caso do Sargento Lopes e da criança adoptada é flagrante.
Em resumo: A mãe deu-a ao casal, pois não tinha convicções para cuidar dela.
O pai, declinou a responsabilidade, e dois anos depois decide tomar conta da filha.
Para o pai biológico, e pais adoptivos, esta questão pode ser mais ou menos bem ultrapassada.
Mas para a criança, com cinco anos, a situação é mais complicada.
Quem são as pessoas que estão neste tribunal, não achem que a menina, irá sofrer alguns traumas, com a retirada á família, a quem se habituou a chamar pai e mãe?
É por isso que defendo uma coisa chamada de "Humanização da Justiça", que ao que parece não existe, pois tal como disse acima, a justiça vê mal de uma vista, e como se rege por leis, descora o lado social e humano da questão.
É por isso necessário reflectir sobre este caso. Tentar chegar a um acordo entre as partes envolvidas, para uma melhor defesa e qualidade de vida da menina....

quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

Vivia a revolução

Já pensaram como seria se não tivesse havido 25 de Abril.

SE Salgueiro Maia estivesse doente
SE Marcelo Caetano, tivesse recusado andar de chaimite
?
Pois
Havia ter sido bonito.
O que proponho aqui é que se reflicta sobre esse dado histórico.
Mas sobretudo que se fale de tudo um pouco. Com humor e inteligência