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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Pedro Cardoso "abandona" bombeiros

Ao fim de 17 anos de serviço, Pedro Cardoso, até aqui comandante dos bombeiros de Azambuja pediu a passagem ao Quadro de Honra. Com esta decisão, o operacional deixa o comando da associação, agora entregue a Marcos Guerra, até aqui segundo comandante. Cardoso salienta que na base desta decisão, estão motivos de saúde e "outros" que não quis especificar. Sobre um alegado mau estar entre o seu comando e a nova direcção, Pedro Cardoso, não quis falar, preferindo agradecer aos voluntários que nos últimos anos passaram por aquela casa.
Mais no jornal Correio de Azambuja esta quinta-feira    

sábado, 11 de setembro de 2010

EN 3 Automobilistas não respeitam traço continuo

Os automobilistas ainda não estão habituados á nova rotunda de acesso à zona industrial de Azambuja. A Estradas de Portugal inviabilizaram ás viragens à esquerda no acesso aos armazéns do Pingo Doce, com um traço continuo, mas os automobilistas ainda usam aquele acesso, infringindo o código da estrada.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Bombeiros Feridos em Fogo Urbano em Zona Historica em Azambuja

Dois bombeiros de Azambuja ficaram esta quarta-feira feridos na sequência de um incêndio urbano que deflagrou numa casa devoluta.
Os voluntários Azambuja foram chamados por volta das quatro da tarde para apagar o fogo que ameaçava algumas casas contíguas, todavia a ajuda de populares e o esforço dos soldados da paz conseguiram evitar que o incêndio se propagasse a outras habitações, algumas também degradadas e devolutas nas imediações

sábado, 26 de dezembro de 2009

Noite de Natal com acidente e incêncio

Não foi preciso activar o Plano de Emergência Municipal no concelho de Azambuja, mas o cenário deixado por um mini-tornado foi devastador. Entre as freguesias mais afectadas estão Aveiras de Cima, Alcoentre e Vila Nova de São Pedro. Os bombeiros e a protecção civil municipal não tiveram mãos a medir, e ainda há muito por fazer


domingo, 13 de julho de 2008

374 hectares queimados

Um cigarro atirado de um carro em movimento na auto-estrada do norte, poderá ter sido a causa do primeiro grande incêndio do ano que lavrou em Casais de Baixo, concelho de Azambuja. As causas ainda não estão suficientemente claras, mas segundo Pedro Cardoso comandante dos voluntários de Azambuja, essa é, até à data, a causa mais plausível tendo sido investigada até à exaustão pelas autoridades.
Uma semana depois deste incêndio, que queimou 374 hectares de floresta, ainda eram visíveis os traços de um dos fogos mais violentos nos últimos anos em Azambuja. O Vida Ribatejana teve ocasião de acompanhar Pedro Cardoso, numa volta à floresta, ou ao que resta dela.
Num primeiro olhar, deu para ver o vasto pinhal e eucaliptal completamente cinzento, sem qualquer tom de verde misturado pela paisagem. Deu também para ter a noção das dificuldades que o terreno, acidentado e sem acessos, causou aos mais de trezentos bombeiros vindos de todo o distrito de Lisboa, Santarém e Leiria.
Aos poucos, explica Pedro Cardoso ainda visivelmente emocionado, o fogo foi crescendo “tivemos projecções de 800 metros” salienta o operacional vincando o empenho onde todos que combateram este sinistro.
A nossa viagem prossegue em direcção à auto-estrada do norte, o local onde tudo começou.
Ainda era sexta-feira, dia 4, e o sinal de alarme, não fazia prever o pior. Aos poucos os bombeiros foram-se deslocando para o local sem aparentemente pensar que um simples e banal fogo como tantos outros tomaria as proporções que mais tarde se vieram a revelar.
Pouco tempo depois chegavam reforços “este é forte” gritava um popular ao Vida Ribatejana, já depois de ter estado junto dos bombeiros.