sábado, 31 de julho de 2010

Escola Almeida Grandella de Tagarro com sinais de abandono

Escola Almeida Grandella de Tagarro
com sinais visiveis de abandono

Recuperada pelo executivo de Joaquim Ramos já lá vão quase oito anos, a escola Almeida Grandella de Tagarro está de novo encerrada e com sinais de abandono.
O processo da sua recuperação “foi controverso” conforme disse Joaquim Ramos na cerimónia de inauguração da nova sede da Junta de Freguesia de Alcoentre, mas só assim se conseguiu recuperar aquele edifício que estava degradado há muitos anos.
Joaquim Ramos explica que a concessão a privados com a obrigatoriedade de recuperar o edifício, foi a única forma para que aquele património não desaparecesse da memória colectiva.
O Edifício foi recuperado, por uma empresa que concordou em fazer ali a sua sede social e com direito de superfície por 99 anos.
Já em 2008, a mesma empresa chegou a colocar o edifício à venda na Internet, mas alertada para o facto, a Câmara de Azambuja conseguiu anular as intenções dos empresários, já que o contracto de concessão do direito de superfície não o permitia.
Perante possíveis dificuldades financeiras, a empresa terá abandonado posteriormente aquelas instalações, entretanto recuperadas.
O edifício da Escola Almeida Grandella de Tagarro está agora com visíveis sinais de abandono. Alguns populares garantem mesmo que há mais de um ano, não se vê ninguém da empresa que ali tinha a sua sede, aparecer pelas redondezas.
À volta do edifício, são visíveis as teias de aranha, sintomático que há muito tempo ninguém abre aqueles portões, assim como o mato que entretanto cresceu e secou, atingindo uma altura considerável, como se pode ver nas fotografias.
Questionado sobre este assunto, Francisco Morgado presidente da Junta de Alcoentre referiu que não tem conhecimento se a empresa ainda utiliza o espaço. Todavia o autarca de Alcoentre destaca que “já transmiti essa preocupação à câmara, sobre o estado em que se encontra actualmente. O que é pena sobretudo depois da recuperação dignificava bastante a nossa freguesia”.
Joaquim Ramos presidente da câmara de Azambuja diz desconhecer se a empresa utiliza actualmente aquele edifício. Esclarece no entanto que “passei por lá e de facto aquilo está com um ar um bocadinho desleixado”, mas refere que “tanto quanto sei, continua a funcionar lá a sede da empresa. E havemos de contactar o actual concessionário, no sentido de ver se ele mantém o espaço exterior mais arranjado”. Todavia o autarca refere que neste momento “não há nenhum motivo para que revertamos o direito de superfície”.
Mas se a parte relativa à recuperação, foi cumprida pela empresa, a ocupação é outra história.
Joaquim Ramos salienta que à câmara não interessa apenas a recuperação. O edifício deve ser utilizado “não nos interessa nada ter feito aquela concessão para que as instalações se voltem a degradar. Por isso temos de ver o que vamos fazer no que toca àquela matéria.
Outra das cláusulas do contracto de recuperação e concessão do espaço era a cedência à câmara de uma sala, que seria usada como posto de turismo, aproveitando a entrada Oeste no concelho de Azambuja, mas agora com o edifício aparentemente fechado poderia ser uma opção para o manter em actividade. Contudo Joaquim Ramos diz que ainda não é o momento, porque a câmara “tem grandes condicionantes à admissão de pessoal” e vinca que o objectivo seria mesmo um posto de turismo, mas refere também que “por enquanto não se justifica essa abertura”.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

BE questiona governo sobre encerramento de balcões da segurança social no concelho de Azambuja

Deputada Helena Pinto
 Blocode Esquerda
O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda na Assembleia da República, questionou o governo sobre o encerramento dos balcões da Segurança Social em Alcoentre, Manique e Aveiras de Cima.
Helena Pinto O requirimento onde constam preguntas dirigidas ao respectivo ministério foi apresentado pela deputada que refere que a decisão "irá penalizar profundamente os habitantes das freguesias do Norte do concelho, que apresentam características essencialmente rurais".
Num texto disponivel no site do BE, o partido lembra que "algumas das freguesias afectadas distam mais de 25 quilómetros da sede de concelho, onde se pretende concentrar este tipo de atendimento. A distância que os habitantes terão que percorrer, associada à insuficiência da rede de transportes públicos, traduzir-se-á num profundo constrangimento para os habitantes, na sua maioria pertencentes a uma faixa etária particularmente elevada e, muitas vezes, detentores de problemas de mobilidade decorrentes da sua debilidade física".
O Bloco considera que as justificações apresentadas para o encerramento dos serviços da segurança social de Manique do Intendente, Aveiras de Cima e Alcoentre, "encontram-se desadequadas para a realidade destas freguesias e da sua área geográfica envolvente" ressalvamdo que esta decisão coloca em causa "o acesso a serviços fundamentais e, inclusive, a sua qualidade".
O partido questionou executivo, "sobre se está o overno disposto a inverter a decisão relativa ao encerramento dos serviços de atendimento da segurança social de Manique do Intendente, Aveiras de Cima e Alcoentre, localizados no concelho da Azambuja" e se está "perspectivado o encerramento de outros serviços da segurança social a nível nacional? Se sim, quais e que argumentos justificam esses encerramentos?



quarta-feira, 28 de julho de 2010

Azambuja continua a apostar na divulgação

Já está online mais um vídeo promocional do concelho de Azambuja. Desta vez, o vídeo mostra outros locais, como é o caso do recém inaugurado e restaurado Mosteiro das Virtudes.
o ESTADO VELHO, disponibiliza aqui o vídeo que está no canal da Internet do município. AQUI

Junta de Alcoentre ganha nova sede

Joaquim Ramos, presidente da câmara
de Azambuja (esquerda) e
António Morgado, presidente junta
Alcoentre na inauguração

Depois de alguns anos de espera, Junta de Freguesia de Alcoentre tem desde este domingo uma nova sede. O edifício foi comprado aos bombeiros locais há 5 anos por 42 mil euros e foi comparticipado em metade pela câmara.

O edifício serviu outrora de sala de ensaio para a banda local, mas antes disso já tinha outra história.
Francisco Morgado, presidente da Junta de Alcoentre que entretanto fez uma visita guiada às instalações, lembrou que ali naquele espaço que fica situado junto à Torre do Relógio, recuperado há 5 anos que outrora foi a primeira sede da junta de freguesia, funcionou em tempos uma capela. Aliás são visíveis no interior, alguns arcos em pedra, que estavam tapados pelas paredes entretanto construídas.
Nesta recuperação que custou perto de 100 mil euros, a junta de freguesia optou por recuperar esse património, ao colocar de novo à vista os elementos históricos do edifício.
O presidente da Junta referiu entretanto que estas novas instalações “são mais condignas. Não quer dizer que as outras não o fossem, mas eram muito mais pequenas” destacando que agora terão outro conforto para os trabalhadores da junta e também para os fregueses.
Para o autarca esta obra dignifica a freguesia de Alcoentre. As antigas instalações vão continuar na posse da junta de freguesia e serão transformadas em sala de sessões. Para o novo edifício transitou todo o mobiliário existente no antigo espaço, até porque o orçamento não permitia, segundo o autarca, adquirir novo equipamento.
Ainda assim, Francisco Morgado diz ter garantias de Joaquim Ramos, presidente da câmara de que quando a situação financeira o permitir, o município poderá ajudar na aquisição de algum mobiliário e também através de uma comparticipação financeira no custo das obras.
Joaquim Ramos comprometeu-se no futuro a comparticipar também as obras de recuperação do novo espaço, já que estava muito degradado.
O edil salienta que estas obras para além de permitir fazer com que a Junta de Freguesia ficasse com umas “instalações já consonantes com a freguesia de Alcoentre” permitiu também “a recuperação de um património que estava aqui em ruína” salientou Joaquim Ramos que é um defensor da recuperação do património “em todas as circunstâncias e dessa perspectiva acho que foi uma obra muito feliz e bem conseguida como é visível”.
Para o autarca é também importante o facto que este edifício fique agora ao serviço da população “sendo que este é um bom sinal dado pelo poder locais, que apesar da crise se podem fazer coisas e porem-se ao serviço das populações.
Alcoentre tem sido apontando como um exemplo de recuperação de património. Joaquim Ramos lembrou no seu discurso os casos da recuperação da Escola Almeida Grandella em Tagarro, quem embora a sua recuperação estivesse envolta em controversa, foi importante porque corria-se o risco de perder definitivamente o edifício. Outro dos exemplos foi o Palácio Conselheiro Frederico Arouca transformado em biblioteca e em centro de dia e que está a funcionar na dependência da paroquia local.
Em Alcoentre, a autarquia recuperou ainda o edifício da Torre do Relógio, a primeira sede da junta de freguesia e agora este edifício que servirá de sede futura á junta local.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Fogo destroi tractor em Vila Nova de São Pedro

Foto: Arquivo EstadoVelho
Cerca de duas dezenas de bombeiros combateram na tarde de segunda-feira um incêndio urbano na freguesia de Vila Nova de São Pedro, concelho de Azambuja. O fogo teve inicio por volta das duas da tarde em Torrepenalva e foi combatido pelos voluntários de Azambuja e Alcoentre, combateram ainda este incêndio um meio aéreo da protecção civil  e os sapadores florestais.
Segundo apuramos os bombeiros tiveram de evacuar algumas casas na localidade, já que o fogo esteve muito próximo das habitações. O mato e o tempo quente e seco verificado nesta segunda-feira aliado a temperaturas que no local chegaram aos 40º, foram algumas preocupações dos bombeiros e protecção civil.
Os bombeiros conseguiram salvar todas as casas, contudo um tractor agrícola ardeu por completo, tendo sido este o único prejuízo material deste incêndio, que não causou vitimas.

Opinião - Joaquim Ramos, Presidente Câmara Municipal de Azambuja

"(...) sempre respeitámos os nossos compromissos e mantivemos uma estrutura financeira saudável"

Bom, parece-me que voltamos aos bons velhos tempos de campanha eleitoral, em que o recurso aos blogues foi uma via de discussão de ideias, sim, e neste aspecto a adesão e utilização da blogosfera é um factor muito positivo, mas onde também muitos se acobardaram para escrever as coisas mais delirantes, com ar de sabichões, fazer as críticas e ataques mais ofensivos, à boa maneira portuguesa sempre a coberto dum anonimato que lhes evitasse chatices - nem que a chatice fosse o mero reconhecimento da falta de fundamento das suas acusações

Eu confesso que tenho muita dificuldade em entrar neste jogo. Sempre achei e continuo a achar que um dos grandes males do exercício da política em Portugal é toda a gente armar-se numa espécie de Medina Carreira : está tudo mal ( é tão fácil diagnosticar…), mas propor alternativas tá quieto, que dá trabalho e podem ser criticadas.
Bom, lá continuamos, passados mais de oito anos, a gerir os destinos do Concelho e com o apoio sempre crescente dos nossos munícipes, como o prova os resultados das sucessivas eleições – situação que para além de nos trazer responsabilidades acrescidas, parece encher de erzipela os nossos adversários. É da vida…
Eu penso que qualquer analista isento conclui que o Concelho não é hoje o que era há oito anos. É muito melhor. Basta relembrar as requalificações urbanas das nossas vilas e aldeias, basta apelar à aproximação que houve entre o norte e o sul do Concelho, basta recordar o que foi feito no saneamento básico, na educação – falem com a estrutura educativa…-, na cultura, na segurança, enfim, em todas as áreas da actividade municipal.
É claro que tenho a clara noção que algumas das decisões que tomámos foram controversas. Mas só não gera opiniões divergentes quem passa pela vida pública sem tomar decisões, quem se acomoda ao status quo para não ter chatices nem despertar crítica. É manifesto que não é esse o nosso caso. E devo acrescentar que qualquer decisão tomada, por mais controversa, não foi leviana : todas foram objecto dum longo processo de reflexão, de medidas dos prós e contras.
É claro que o Município de Azambuja não escapa à crise que se abateu sobre as Instituições e as famílias portuguesas ( algumas…). Mas os arautos da desgraça que estiveram sempre, ao longo dos anos, a prever e a suspirar pela bancarrota municipal, desesperados porque viram sempre os seus anseios gorados - sempre respeitámos os nossos compromissos e mantivemos uma estrutura financeira saudável- aproveitam agora, que a crise se abate sobre todos, para profetizar cataclismos. Desenganem-se. Estamos a pagar já os fornecimentos de Abril e Maio, acabei de fazer as transferências para as Juntas, os Bombeiros, os Núcleos da Cruz Vermelha. Naturalmente que temos que fazer restrições – e tivemos a coragem de as levar à Câmara e à Assembleia, propondo cortes e cativações para todos, a começar pela própria Câmara, ao contrário do que escreve o Ilustre Dr António Nobre. Oh Doutor, sabe muito bem que houve ONZE medidas de restrição aprovadas pela Câmara e que só duas foram à Assembleia porque só duas eram da competência deste Órgão . Para as outras nove bastava a Câmara. Mas estão as onze em vigor. Sabe muito bem também que dos 1 300 000 € cativos, 1 000 000 diz respeito à contenção nas próprias despesas da Câmara…Ai, Ai, Doutor, essas contas…É o que dá quando os Juristas se metem em contabilidades e os Economistas em leis…
Pronto, por hoje fico por aqui. Mas já percebi que isto é para continuar. Cá por mim, tudo bem, sem qualquer desígnio eleitoralista porque já não estou nessa…Mas prometo que abordarei outros temas tão do agrado das má-línguas anónimas, como por exemplo os Directores “ de Lisboa”, a concessão das águas,etc,etc..Boas Férias

Fuga de Alcoentre faz 32 anos

Ainda no rescaldo do 25 de Abril, alguns presos da Cadeia Vale de Judeus em Alcoentre decidiram tentar a fuga para a liberdade. Corria o ano de 1978, e estávamos a 17 de Julho.
Foi de madrugada que 124 presos conseguiram evadir-se da Cadeia de Alcoentre, que já altura era considerada a mais segura do País.
Todavia o sistema de segurança não estava ligado porque se tornava muito oneroso e os presos fugiram facilmente por um túnel com 50 metros de comprimento e 80cm de diâmetro que escavaram com o maior secretismo durante meses.
Durante esse tempo desapareceram 200 facas de cozinha, pás, picaretas e uma grande quantidade de fio eléctrico.
Depois de algumas investigações o Ministro da Justiça disse não ter dúvidas. Era muito claro que tinha havido negligência e possivelmente conivência dos guardas prisionais na fuga.
As operações estenderam-se durante alguns dias e muitos foram recapturados.
Luís de Sousa actual vice-presidente da Câmara de Azambuja ainda se lembra dessa altura, à semelhança muitos dos habitantes mais antigos da localidade.
Luís de Sousa era na altura funcionário do estabelecimento prisional de Alcoentre, mas não da Cadeia de Vale Judeus. Ainda assim conta que na altura falou-se muito de um preso que depois de chegar à liberdade “voltou para dentro, porque nem sabia o que estava ali a fazer”.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

OPINIÃO - As medidas de contenção que não o são

Recentemente foi publicamente divulgada a necessidade de o Município de Azambuja ter de implementar medidas de “contenção financeira”, quiçá a crise finalmente bateu à sua porta, e seria a altura de as adoptar, mas como tudo na vida, o diabo está nos pormenores. Isto porque a proposta inicial para adopção de tal medida, e que viria a ser aprovada em sessão de câmara e enviada à assembleia municipal para que a mesma se
pronunciasse, afinal já não era aquela originaria, pelo que acabou por vir a ser substituída por outra contendo apenas a cativação das verbas acordadas com cada uma das respectivas freguesias e o aumento da taxa de resíduos sólidos em 10%. Percebeu-se que a coisa não foi pacífica, pelo menos para a força política autora da proposta, pelo que a fim de minorar os estragos houve que reduzi-la ao mínimo dominador comum. Atacouse, pois, os aspectos institucionais, mormente aquelas respeitantes às “publicações”. O saneamento, do que ainda compita ao Município, ficou de aguardar melhores dias, as parcerias público privadas, tão decantadas pela actual maioria, lá ficaram também para as calendas, ainda bem e todos estamos gratos, porque o negócio era ruim.
Pelo menos os automobilistas que usam os parques junto à estação, bem poderão esperar, nem com
as engenharias financeiras, irão ver os ditos cujos, bem, a cereja no topo do bolo, o multiusos, lá ficou pelo caminho, quiçá sempre foi para ficar, mas serviu de bom mote para a última campanha eleitoral. Restaram assim as medidas levadas à discussão dos deputados municipais, a primeira, os mesmos lembraram que para dançar o tango são necessários dois, por certo o dançarino autor da proposta não logrou convencer os respectivos pares da bondade da medida, é que não havia decorrido muito tempo em que todos dançaram
o respectivo e nenhuma dúvida houve na forma e na substância da dança. Sobrou por isso a taxa dos resíduos sólidos, mas essa é o do costume que a paga, 10% é pouco e não se dá por isso, no entanto, irá representar um significativo acréscimo de receita para o “depauperado” orçamento municipal, conjugado com o elevado preço da água e a diminuição dos custos que para a autarquia resultaram da troca do aterro, agora pela incineração, benditas toxinas. Todavia, na despesa fundamental não se toca, aquela que contém as “gorduras”, vão-se os anéis e fiquem os dedos, aos favores governamentais o orçamento municipal responde sim, mesmo que para ele reverta menos do que o devido, não interessa a ministra agradeceu.

António Nobre

Vereador

sábado, 24 de julho de 2010

Casais de Britos com novas ruas

Poderá ser um alivio para os moradores, mas uma dor de cabeça para os correios (CTT).
A aldeia dos Casais de Britos viu aprovada em reunião de Câmara nomes para ruas que até agora eram anónimas.
Segundo uma proposta da Junta de Freguesia de Azambuja, entidade que deve propor a toponímia, os Casais de Britos ganham as ruas “Rua de Santa Clara”, “Travessa de Santa Clara”, “Rua Nova” e “Rua do Ataíde”.

Fogo em Vale do Brejo Assusta Moradores

Os Sapadores Florestais

Cerca de duas dezenas de homens combatem a esta hora um incêndio nos Casais de Vale Brejo, em Aveiras de Cima.
O fogo teve inicio logo após a hora de almoço e deixou alguns moradores preocupados, já que nas imediações onde deflagrou existem algumas habitações.
O local está cheio de erva seca, um combustivel muito perigoso aliado ao vento que se faz sentir no local: Contudo, os bombeiros e sapadores florestais têm nesta altura a situação controlada.
Combatem este incêndio as corporações de Azambuja, Alcoentre e Castanheira do Ribatejo, sob a coordenação da Protecção Civil Municipal.
Os Bombeiros de Azambuja no Combate ao Fogo

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Junta de Alcoentre Inaugura sede no Domingo

A Junta de Freguesia de Alcoentre inaugura este Domingo às 4 da tarde o novo edifício que vai agora servir de sede , já que o actual edifício já esta ultrapassado, segundo Francisco Morgado ao Estado Velho.
O novo espaço, antiga sede da banda filarmónica local, foi adquirido aos Bombeiros de Alcoentre por 42 mil euros há cinco anos, verba essa comparticipada pela Câmara Municipal de Azambuja.
O novo edifício sofreu obras no valor de 100 mil euros, que o presidente da junta espera que sejam comparticipadas pelo município, referindo uma promessa nesse sentido de Joaquim Ramos.
As obras já estão concluídas há alguns dias e a inauguração devia ter sido formalizada na semana passada, mas questões ligadas á instalação das linhas telefónicas levaram ao adiamento da iniciativa.
Joaquim Ramos deverá descerrar uma placa na inauguração do novo espaço, seguindo-se uma visita ás instalações.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Segurança Social Fecha em Manique do Intendente


A delegação da Segurança Social de Manique do Intendente vai fechar no fim deste mês. A informação foi dada pelo presidente da câmara de Azambuja na última terça feira, em plena Assembleia Municipal em resposta a Herculano Valada o presidente da junta local.
Joaquim Ramos lamentou esta decisão dos serviços, destacando que na região foi decidido manter apenas os balcões nas sedes de concelho.
No concelho de Azambuja, já existiram outros casos idênticos. Aveiras de Cima foi a primeira localidade a ficar sem o balcão e agora é a vez de Manique do Intendente.
Esta é uma decisão governamental, contestada pela autarquia e pelos deputados municipais que lamentaram que os habitantes do alto concelho tenham de percorrer muitos quilómetros e perder dias de trabalho para se deslocaram a Azambuja.
Para além de encerrar o posto da Segurança Social de Manique do Intendente, encerra também o de Aveiras de Cima e Alcoentre.
Na AM foi aprovada uma moção onde foi pedido a Joaquim Ramos que tentasse reverter a situação.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Piscinas de Azambuja não serão concessionadas

As Piscinas de Azambuja vão continuar na posse da Câmara e não serão entregues a privados depois das obras de requalificação. A garantia foi dada ao ESTADOVELHO pelo vereador Marco Leal que sublinhou a necessidade destas obras, argumentando com o facto imperativo da colocação de painéis solares e remodelações profundas nos balneários do equipamento.
O vereador coloca assim um ponto final nos rumores que davam como certo a entrega a privados das piscinas no fim das obras.
Marco Leal sublinha ainda que as obras que já estão em curso visam garantir "a melhoria de condições aos utentes" daquele equipamento, e garante que a reabertura do ginásio irá ser analisada.
As Piscinas estarão fechadas durante um ano, estando a reabertura prevista para Setembro de 2011, início de nova época desportiva.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Justino Oliveira critica cortes radicais da Câmara de Azambuja


O Presidente da Junta de Freguesia de Aveiras de Cima criticou fortemente a decisão do executivo camarário em reduzir em 20 por cento, a transferencia de verbas para as juntas.
A medida faz parte do pacote de medidas de austeridade aprovadas pelo executivo de Joaquim Ramos, mas está longe de ser pacifica, inclusive junto dos presidentes de juntas socialistas, segundo apurou o Estado Velho.
Justino Oliveira (PCP) está contra aquilo que chama de "cortes radicais no que toca ás juntas de freguesia" lembrando que desde o inicio do anterior mandato a câmara já cortou em 45 por cento as transferências. Justino Oliveira sustenta que as duas reduções (25+20%) podem colocar em causa o trabalho desenvolvido pelas juntas de freguesia, até porque os trabalhos efectuados resultam de protocolos estabelecidos com a Câmara Municipal através de transferência das competências, da câmara para as juntas.
Justino Oliveira considera escandalosos os cortes nestas áreas, tendo em conta outras que não seriam tão prioritárias e que não sofrem reduções tão radicais.
Ao Estado Velho, o presidente da Junta de Freguesia de Aveiras de Cima garante que o PCP irá votar conta as medidas na Assembleia Municipal marcada para 20 de Julho.

terça-feira, 13 de julho de 2010

CERCI - Azambuja recebe 1,4 milhões de euros para Centro Actividades Ocupacionais

A Cerci Flor da Vida de Azambuja vai receber por seu lado um milhão e quatrocentos mil euros. A verba destina-se à construção de um centro de actividades ocupacionais com residência para pessoas portadoras com deficiência: O edifício será construído na Quinta da Mina num terreno cedido pela autarquia.
José António Neto, presidente da Cerci de Azambuja, salientou a importância deste projecto, destacando que à muito que a instituição aguardava por esta hipótese. Este é um equipamento "muito importante, não só para Azambuja como para toda a região" refere o presidente da instituição que sublinha "já o presseguiamos há cerca de 14 anos" diz José António Neto lembrando que "desde 1986 os projectos entravam na Segurança Social, mas como pertencíamos a uma zona rica nunca fomos contemplados" frisou o presidente da instituição que enalteceu o empenho da Câmara Municipal de Azambuja em todo este processo, depois da instituição ter ficado de fora do programa PARES do governo. Questionado sobre a conhecida existência de problemas socais no Bairro da Quinta da Mina onde a CERCI vai construir a residência, António Neto desvaloriza possíveis conflitos, salientando que "sempre nos demos bem com os vizinhos, não é por ali que nos vamos dar mal".

OPINIÃO – Dr. António Jorge Lopes, Vereador do PSD – Câmara de Azambuja

A pedido do Miguel Rodrigues aqui fica o meu artigo de opinião, que mais não é do que um breve balanço da actividade autárquica desenvolvida na Câmara e na Assembleia Municipal de Azambuja pela Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA (PSD/CDS-PP/MPT/PPM).


Desde as Eleições Autárquicas do passado dia 11 de Outubro, temos protagonizado uma OPOSIÇÃO CONSISTENTE E DETERMINADA, cujo “fio condutor” é a resolução de problemas concretos que afectam as nossas populações e a defesa intransigente dos superiores interesses do Concelho de Azambuja.


A título de exemplo, recordo 6 situações nas quais a acção política dos autarcas municipais da Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA foi DECISIVA para mudar o rumo dos acontecimentos e/ou DIFERENTE na abordagem dos assuntos municipais.


1) Denunciámos os erros graves que constavam do Contrato de Planeamento do “Projecto Lusolândia” e forçámos a maioria socialista a alterar este documento, equiparando-o ao contrato da Câmara de Alenquer, o que permitiu ao Município de Azambuja uma poupança de 255 mil euros.


2) Alertámos para o encerramento das “Urgências” durante o período da manhã e para as consequências negativas da reestruturação dos Serviços de Saúde no Concelho de Azambuja. Fomos os primeiros a fazê-lo, ainda em Dezembro de 2009! E fomos consequentes! Reunimos com o Director do Agrupamento de Centros de Saúde em Santarém. Escutámos a opinião dos técnicos locais. Avaliámos os impactos do encerramento no Hospital de Vila Franca de Xira. Em conjunto com o comandante dos Bombeiros de Azambuja, analisámos as consequências ao nível do transporte de ambulância. Apresentámos um conjunto de medidas concretas relativas à reestruturação dos Serviços de Saúde no nosso Concelho, que mereceu o acordo de todas as forças partidárias. E no próximo mês de Setembro, por proposta nossa, a Assembleia Municipal vai realizar um debate sobre esta importante matéria.


3) Reunimos com as Águas de Azambuja (e até ao momento fomos o único grupo político a fazê-lo!), onde fizemos um balanço à execução do Contrato de Concessão e identificámos graves falhas, nomeadamente ao nível da facturação e no calendário de obras previsto. Até finais de Julho, pretendemos realizar nova reunião de trabalho entre Águas de Azambuja e os autarcas da Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA.


4) Sempre atentos ao agravamento da situação económico-social, exigimos uma verdadeira Política de Apoio aos Mais Desfavorecidos e fomos os únicos que votámos contra o aumento de 356% na taxa de limpeza de fossas sépticas domésticas. Tal como votámos contra o aumento em 10% da Taxa de Resíduos Sólidos.


5) Simultaneamente, fomos exigentes na boa aplicação dos dinheiros públicos. E por isso, recusámos a aprovação de verbas para despesas inúteis ou faustosas e não tivemos receio de sermos os únicos a votar contra as propostas de subsídio para apoio à recuperação de mercado de Baucau em Timor-Leste ou para patrocínio do Troféu Joaquim Agostinho.


6) Fomos intransigentes na exigência do cumprimento da legalidade e na denúncia de todas aquelas situações que indiciam a existência de ilegalidades e/ou suspeitas de favorecimento político. Consequentemente, apresentámos queixa ao Provedor de Justiça pelo incumprimento do Estatuto do Direito de Oposição. Denunciámos junto da Inspecção-Geral da Administração Local (IGAL) o protocolo de atribuição de subsídios celebrado entre a Câmara de Azambuja e uma determinada Instituição de Solidariedade Social. Denunciámos junto de várias entidades a Declaração de Interesse Público Municipal do projecto de armazém da INVESTMAD, SA. Questionámos a maioria socialista sobre a possibilidade da Câmara ceder terrenos para uma cooperativa de habitação social constituída por autarcas socialistas. Perguntámos pelo contrato de prestação de serviços que envolve uma autarca socialista e o projecto da “Vila Museu do Vinho” em Aveiras de Cima.


A nossa acção não se esgotou nestas matérias. Abordámos dezenas de outros assuntos. Desde o elevado número de faltas dos funcionários municipais ao possível encerramento das valências de ATL da Santa Casa da Misericórdia de Azambuja e do Centro Social e Paroquial de Azambuja, passando pelo futuro encerramento das piscinas de Azambuja (por motivo de obras) e pelo fecho das 3 escolas da freguesia de Aveiras de Baixo. Mais. Até ao momento, somos a única força autárquica da Oposição que tem apresentado propostas alternativas às da maioria socialista.


Estamos conscientes que ainda há muito para fazer. Mas, deixo aqui a garantia que os autarcas da Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA não vão baixar os braços e vão continuar a lutar, de forma responsável, honesta e abnegada, por um Concelho de Azambuja mais próspero, mais justo, mais solidário e mais feliz.


Até à próxima!


António Jorge Lopes

Vereador da Câmara Municipal de Azambuja


quinta-feira, 8 de julho de 2010

SIVA - "Importador do Ano"

A Volkswagen AG distinguiu a SIVA como o "Importador do Ano" da Volkswagen, em reconhecimento do desempenho da empresa portuguesa no desenvolvimento da marca ao longo dos últimos anos e, em particular, durante 2009. Alain Favey, director de Exportação da Volkswagen AG deslocou-se na semana passada à Azambuja para entregar o respectivo diploma aos responsáveis da SIVA.


Esclarecendo que o prémio "Importador do Ano" se destina a reconhecer a excelência no desenvolvimento e representação da Volkswagen nos 35 países europeus onde a marca está presente, Alain Favey referiu “que a SIVA tem vindo a cumprir estes objectivos nos últimos anos e, especialmente em 2009, de uma forma absolutamente extraordinária, no meio de uma envolvente económica difícil e num contexto de mercado muito desfavorável”

(in Jornal de Notícias)

quarta-feira, 7 de julho de 2010

MODIS (SONAE) VENDE PLATAFORMA MAS FICA EM AZAMBUJA


O anúncio da venda da plataforma logística de Azambuja da SONAE como forma de fazer um encaixe de capital apanhou muitos de surpresa. Numa breve nota enviada a alguns jornais de âmbito económico não era explicito o que levantou dúvidas em vários sectores, desde autarcas a trabalhadores passando até pela população azambujense que ficou alarmada com a possibilidade da empresa abandonar a zona industrial à semelhança da Opel em 2007.
Segundo divulgou o grupo português, a operação foi realizada sob a forma de “sale and leaseback” (operação em que o proprietário vende, mas mantém-se como arrendatário) e representou uma mais-valia de 10 milhões de euros para a Sonae.

Ao Vida Ribatejana a Direcção de Comunicação da Sonae confirma a venda mas garante que “a presença da Sonae em Azambuja é feita através de contratos de arrendamento de vários armazéns na plataforma logística”

O grupo SONAE lembra que após a venda da plataforma “foi celebrado um contrato de arrendamento da propriedade à Modelo Continente Hipermercados, S.A por um período inicial de 20 anos. Ou seja, existe um compromisso de longo prazo da presença da Sonae na plataforma logística da Azambuja”.

Quanto ao futuro a Direcção de Comunicação do grupo liderado por Belmiro de Azevedo refere que “a Sonae prosseguirá a sua actividade normal na plataforma logística da Azambuja, não existindo motivos de preocupação para os seus colaboradores”.

terça-feira, 6 de julho de 2010

OPINIÃO - Dr.António Nobre Vereador da CDU - Câmara de Azambuja


O Segredo de Polichinelo e “O Mosteiro das Virtudes”


Pelos vistos a inauguração da “recuperação” da quintissecular igreja deu bota e inquérito,mas será que nos devemos admirar disso. Talvez nem tanto assim. Este mandato, apesar da reforçada maioria, têm-se sucedido as propostas mal elaboradas ou precipitadamente estudadas que depois são retiradas face à argumentação dos vereadores que, não dispondo de qualquer apoio dos serviços municipais, apenas do seu saber e experiência, lhes apontam as falhas. Não sendo esse o assunto que desejamos tratar, mas o respeitante à dita recuperação da igreja das Virtudes, agora tão ensensada, é que, por várias vezes, tivemos oportunidade de chamar a atenção para a impropriedade da chamada “recuperação”, porquanto não genuína. Na verdade, não passou de um reboco das paredes existentes, de cinco séculos, com cimento, material muito “conhecido” na época,
diga-se, em que a igreja foi edificada, uma pintura e colocar-lhe um telhado. Isto é muito pouco, senão até um verdadeiro atentado ao património histórico edificado do nosso concelho. Perdeu-se, pois, uma oportunidade de verdadeiramente equacionar e fazer um recuperação digna desse nome, fazendo-a com os materiais que mais respeitassem aqueles usados na época, imagine-se semelhante “recuperação” nas capelas imperfeitas da Batalha, o que não se diria. Sendo até de salientar que o frontispício acabou em
cimento armado, quando se está numa região onde a pedra abunda, as serranias dos “Candeeiros” e “Aire” não estão longe. Quiçá seria muito mais caro, é verdade, mas o impacto da recuperação teria muito maior sentido e alcance, e o interesse despertado mais ainda. Assim, não passa de uma mera recuperação banal, cuja caução pelo MC nos impressiona, que avilta natureza pura e originária do monumento e consequente interesse histórico que todos desejaríamos evidenciar, pondo ao dispor de toda a comunidade um património secular, constituindo um bom exemplar da arquitectura do seu tempo. Isto para dizer que há ruínas que é melhor preservar do que “recuperar”, lição a extrair também da “recuperação” da Escola Grandella, em Tagarro, cujo estado do respectivo pátio, invadido pelas ervas, de tão bem cuidado que está, reflecte bem a “recuperação” a que a mesma foi sujeita.
PS:
A nossa bolgosfera tem inegáveis virtudes, uma delas é o anonimato, forma “sui generis” de “participação” política. Não queríamos deixar de acusar o “recado”, sobre a atitude que toma-mos de não prescindir da senha de presença, a que temos direito por participar nas sessões de câmara, devida pela nossa participação na sessão extraordinária´da mesma, em que foi aprovada a proposta sobre a comparticipação da Câmara nos custos salariais das Equipas de Intervenção Permanente, constituídas no âmbito do sistema
de protecção civil. Esta já havia constado da OT da última sessão ordinária. Todavia, refere a notícia postada neste “blog” que a dita “proposta tinha sido adiada na anterior sessão de Câmara por sugestão do vereador do PSD António Jorge Lopes”, acrescentando o mesmo “post” que o dito vereador até tinha prescindido da senha de presença a que tem direito, mas o vereador António Nobre não o fez, e mais grave, também abrangeu alegada “ajuda de custo”, ora convém desde já esclarecer que este não recebe qualquer ajuda de custo, nem tal seria legalmente admissível, apenas o direito a compensação por se deslocar às sessões de câmara, desde a localidade onde reside, Alcoentre, na sua viatura pessoal, a que respeita o estatuto dos eleitos locais. A referida sugestão partiu da nossa intervenção, nessa sessão ordinária da câmara, em que suscitamos dúvidas fundamentadas sobre a legalidade financeira da proposta, a qual, a ser aprovada nesses termos, poderiam fazer incorrer em responsabilidade financeira os membros do executivo camarário que a aprovassem, o que motivou a sugestão de adiamento da sua apreciação pelo vereador Jorge Lopes, para a sessão ordinária seguinte, o qual, verdade seja dita, a gostaria de votar favoravelmente, como o veio a fazer, tendo aí observado o Sr. Presidente da Câmara que, pese embora aceitasse retirar
aquela, a fim de melhor a fundamentar e solicitar os necessários esclarecimentos, tal não seria desejável porque era necessário iniciar os pagamentos dela derivados no dia 1 de Julho próximo, pelo que, então, optou-se por convocar uma sessão extraordinária expressamente para esse efeito, tendo aí o Sr. Vereador Jorge Lopes declarado que prescindia da respectiva senha de presença, direito que obviamente lhe assistia, contudo essa sua atitude não vinculava os demais membros do executivo. Isto para dizer que, como acima salientamos, a proposta tal como estava elaborada carecia de fundamento legal, o qual somente foi obtido posteriormente, pelo que, entregue a em falta e analisada esta no que respeita às dúvidas suscitadas pelo vereador que as apontou, a mesma mereceu o voto unânime. Isto para dizer que, se o conteúdo da proposta, originariamente incluída na OT da sessão ordinária, fosse aquela apresentada na sessão extraordinária, esta teria sido dispensável, pelo que tal insuficiência não é imputável ao vereador que não prescindiu da sua senha de presença e que fez o seu trabalho de casa.

António Nobre
Vereador da Câmara Municipal de Azambuja

O FANDANGO - RANCHO FOLCLORICO CEIFEIRAS E CAMPINOS AZAMBUJA

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Macário Gomes preso nas Caldas da Rainha por não pagar indemenização


Macário Gomes, o agricultor condenado a pagar uma multa de 1500 euros ao presidente da Junta de Manique do Intendente está preso.
O agricultor recusou pagar uma indemnização por difamação, e alegou não ter rendimentos para tal.
Desde esta terça-feira que Macário Gomes está a cumprir pena no Estabelecimento Prisional das Caldas da Rainha, segundo anunciou o jornal Mirante na sua edição online.
Durante os próximos 3 meses, Macário cumprirá na cadeia a ordem judicial decretada há mas de dois anos, altura em que a pena de prisão esteve suspensa até que Macário pagasse os 1500 euros a Herculano Valada, o que não aconteceu. Todavia e apesar de  cumprir a pena de prisão Macário vai ter de pagar a indemnização na mesma.

sábado, 3 de julho de 2010

Bombeiros de Alcoentre Recrutam

Os Bombeiros Voluntários de Alcoentre estão a recrutar pessoal em regime de voluntariado para o Curso Inicial de Bombeiro. Esta iniciativa deve-se às dificuldades que a corporação atravessa com falta de pessoal neste regime.
Os requisitos pedidos são: ter idade entre os 16 e os 35 anos, ter o 9º ano de escolaridade e apresentar um atestado de robustez física.
Para um bom serviço de auxílio ao próximo, a Direcção e o Comando desta corporação apelam a todos para que se inscrevam no curso.
Lembre-se que ser bombeiro é… Ajudar o próximo, adquirir formação e educação cívica, proteger o ambiente, entre outras actividades.
Para mais informações: tel. 263 480 130; fax. 263 480 139; e-mail: comando@bvalcoentre.pt